Andei, andei, andei. Parei e quando olhei para trás não te vi. PAREI. Sozinha por caminhos vazios de sonhos, PAREI. Parei e esperei. Esperei que passasses por mim. Tu passaste e não me visses. Então PARASTE. Paraste e esperaste e voltaste a andar. Andaste por caminhos que não eram para sempre. Então paraste e quando olhaste para trás não me viste e eu não conheci o teu rosto. PARAMOS. Paramos e esperamos.
Parei. Andei e voltei a parar. PAREI. Olhei em frente para tentar encontrar o caminho ate ti mas não encontrei. Então segui em frente, caminhei, andei, corri, vivi. Vivi sempre na esperança do momento em que os nossos mundos se iam cruzar. E esse momento nunca mais chegava. Não era tempo. Então esperei. ESPEREI por ti mas quando passaste por mim não te vi e tu não me viste. Então paraste. Andaste e paraste. PARASTE. Olhaste para tentar ver, tentar encontrar o caminho ate mim mas não encontraste. Seguiste em frente, caminhaste, andaste, viveste. Não era o momento de encontrares o caminho ate mim. Então ESPERASTE. Esperaste pelo momento em que me irias ver e eu te iria reconhecer. Então paramos e esperamos.
Fomos vivendo. Vivemos uma vida finita ate ao MOMENTO de encontrar o caminho.
ANDEI. Andei por caminhos novos e desconhecidos, onde pessoas passaram e não ficaram. Eram estradas vazias de tudo. Tu passaste e não me viste. Não me viste e seguiste em frente. Esperei, esperei, esperei. ESPEREI por algo que poderia vir a ser meu. Mas esse meu nunca mais o era meu. Esperei.
ANDASTE. Andaste por caminhos onde pessoas pararam, estiveram, ficaram, andaram e partiram. Eram caminhos cheios de chegadas e partidas. Um cais de uma estação de comboios cheio de chegadas e partidas. O teu mundo era uma estação citadina onde pessoas chegavam e partiam e o meu era uma estação cheia de solidão numa qualquer aldeia perdida no teu mundo. Fomos andando e parando, passamos e não nos vimos.
Eu passei e não te vi. Não vi o teu rosto. Não vi o teu sorriso. Não senti o teu toque. Não saboreei o teu sabor. Não te vi e segui em frente. Esperei, esperei, esperei. ESPEREI por algo que podia vir a ser meu. E tu esperaste, esperaste, esperaste. ESPERASTE por algo que podia vir a ser teu. Mas esse teu teimou em chegar tarde. Paraste e esperaste. Esperaste por conhecer um rosto. Conhecer um sorriso. Conhecer um toque. Conhecer um sabor. Conhecer alguém que ainda não conhecias e que te queria no seu caminho. E então paramos e esperamos.
Paramos e esperamos. Fomos vivendo, vivendo caminhos finitos que nunca mais chegavam ao fim. Caminhamos num tempo infinito onde o mundo era feito por desencontros. E os desencontros eram os caminhos que tínhamos que percorrer, ate nos encontramos.
Então paramos, esperamos e olhamos. Olhaste e viste-me. Olhei e vi-te. Reconheceste o meu rosto e eu reconheci o teu rosto. PARAMOS. ESPERAMOS. Paramos, esperamos e vimos o luar. Um luar que trouxe o tão desejado encontro de caminhos. E depois vimos o dia nascer. Amanheceu num dia só para nos, que foi nosso, só nosso. Para nós a vida aconteceu. E aquele dia passou a ser o dia do feliz cruzamento dos nossos caminhos onde o sol iluminou duas vidas. Duas vidas que se cruzaram e passaram a ser uma, um caminho, um único cais de uma estação de comboios.
Conheces-me e eu conheci-te. Conheci o teu rosto, o teu sorriso, o teu toque, o teu sabor. Conheces o meu rosto, o meu sorriso, o meu toque e o meu sabor. Mostraste-me quem és e deixaste-me mostrar quem sou. Deixaste-me entra na tua vida e fazer o caminho contigo. Agora percorremos o caminho juntos, um caminho infinito onde o comboio da felicidade nos faz ser os únicos a ver o amanhecer e o luar juntos.
E então vivemos.
Andei, andei, andei. Parei e quando olhei para trás não te vi. PAREI. Sozinha por caminhos vazios de sonhos, PAREI. Parei e esperei. Esperei que passasses por mim. Tu passaste e não me visses. Então PARASTE. Paraste e esperaste e voltaste a andar. Andaste por caminhos que não eram para sempre. Então paraste e quando olhaste para trás não me viste e eu não conheci o teu rosto. PARAMOS. Paramos e esperamos.
Parei. Andei e voltei a parar. PAREI. Olhei em frente para tentar encontrar o caminho ate ti mas não encontrei. Então segui em frente, caminhei, andei, corri, vivi. Vivi sempre na esperança do momento em que os nossos mundos se iam cruzar. E esse momento nunca mais chegava. Não era tempo. Então esperei. ESPEREI por ti mas quando passaste por mim não te vi e tu não me viste. Então paraste. Andaste e paraste. PARASTE. Olhaste para tentar ver, tentar encontrar o caminho ate mim mas não encontraste. Seguiste em frente, caminhaste, andaste, viveste. Não era o momento de encontrares o caminho ate mim. Então ESPERASTE. Esperaste pelo momento em que me irias ver e eu te iria reconhecer. Então paramos e esperamos.
Fomos vivendo. Vivemos uma vida finita ate ao MOMENTO de encontrar o caminho.
ANDEI. Andei por caminhos novos e desconhecidos, onde pessoas passaram e não ficaram. Eram estradas vazias de tudo. Tu passaste e não me viste. Não me viste e seguiste em frente. Esperei, esperei, esperei. ESPEREI por algo que poderia vir a ser meu. Mas esse meu nunca mais o era meu. Esperei.
ANDASTE. Andaste por caminhos onde pessoas pararam, estiveram, ficaram, andaram e partiram. Eram caminhos cheios de chegadas e partidas. Um cais de uma estação de comboios cheio de chegadas e partidas. O teu mundo era uma estação citadina onde pessoas chegavam e partiam e o meu era uma estação cheia de solidão numa qualquer aldeia perdida no teu mundo. Fomos andando e parando, passamos e não nos vimos.
Eu passei e não te vi. Não vi o teu rosto. Não vi o teu sorriso. Não senti o teu toque. Não saboreei o teu sabor. Não te vi e segui em frente. Esperei, esperei, esperei. ESPEREI por algo que podia vir a ser meu. E tu esperaste, esperaste, esperaste. ESPERASTE por algo que podia vir a ser teu. Mas esse teu teimou em chegar tarde. Paraste e esperaste. Esperaste por conhecer um rosto. Conhecer um sorriso. Conhecer um toque. Conhecer um sabor. Conhecer alguém que ainda não conhecias e que te queria no seu caminho. E então paramos e esperamos.
Paramos e esperamos. Fomos vivendo, vivendo caminhos finitos que nunca mais chegavam ao fim. Caminhamos num tempo infinito onde o mundo era feito por desencontros. E os desencontros eram os caminhos que tínhamos que percorrer, ate nos encontramos.
Então paramos, esperamos e olhamos. Olhaste e viste-me. Olhei e vi-te. Reconheceste o meu rosto e eu reconheci o teu rosto. PARAMOS. ESPERAMOS. Paramos, esperamos e vimos o luar. Um luar que trouxe o tão desejado encontro de caminhos. E depois vimos o dia nascer. Amanheceu num dia só para nos, que foi nosso, só nosso. Para nós a vida aconteceu. E aquele dia passou a ser o dia do feliz cruzamento dos nossos caminhos onde o sol iluminou duas vidas. Duas vidas que se cruzaram e passaram a ser uma, um caminho, um único cais de uma estação de comboios.
Conheces-me e eu conheci-te. Conheci o teu rosto, o teu sorriso, o teu toque, o teu sabor. Conheces o meu rosto, o meu sorriso, o meu toque e o meu sabor. Mostraste-me quem és e deixaste-me mostrar quem sou. Deixaste-me entra na tua vida e fazer o caminho contigo. Agora percorremos o caminho juntos, um caminho infinito onde o comboio da felicidade nos faz ser os únicos a ver o luar e o amanhecer juntos.
E então vivemos. Andamos.
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