terça-feira, 17 de novembro de 2009

Já lá vai algum tempo desde a última vez que “postei” um texto mas a vontade e a inspiração não tem sido muita.

Neste momento sinto-me sem vontade para nada…aquilo que neste momento mais desejo nunca mais chega e começo a perder as esperanças. Será que algum dia vai chegar? Não sei, mas que já estou farta, ai isso já! Sinto que tenho que fazer alguma coisa mas não consigo ter ânimo para tal.

Não consigo ver a luz no fundo do túnel.

domingo, 11 de outubro de 2009


Falta um dia para o cd mais esperado do ano. E segunda feira la estarei eu numa loja especializada para comprar o meu "Pela Primeira Vez".

Durante toda a semana podemos ir apreciando e matando a curiosidade sobre este novo disco no programa Portugalia na Antena3.

No Forum Oficial dos OioAi podes ver tudo o que está relacionado com este novo disco,
saber curiosidades sobre os membros da banda e conhecer fãs como tu.
APARECE!

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

E Então Vivemos

Andei, andei, andei. Parei e quando olhei para trás não te vi. PAREI. Sozinha por caminhos vazios de sonhos, PAREI. Parei e esperei. Esperei que passasses por mim. Tu passaste e não me visses. Então PARASTE. Paraste e esperaste e voltaste a andar. Andaste por caminhos que não eram para sempre. Então paraste e quando olhaste para trás não me viste e eu não conheci o teu rosto. PARAMOS. Paramos e esperamos.

Parei. Andei e voltei a parar. PAREI. Olhei em frente para tentar encontrar o caminho ate ti mas não encontrei. Então segui em frente, caminhei, andei, corri, vivi. Vivi sempre na esperança do momento em que os nossos mundos se iam cruzar. E esse momento nunca mais chegava. Não era tempo. Então esperei. ESPEREI por ti mas quando passaste por mim não te vi e tu não me viste. Então paraste. Andaste e paraste. PARASTE. Olhaste para tentar ver, tentar encontrar o caminho ate mim mas não encontraste. Seguiste em frente, caminhaste, andaste, viveste. Não era o momento de encontrares o caminho ate mim. Então ESPERASTE. Esperaste pelo momento em que me irias ver e eu te iria reconhecer. Então paramos e esperamos.

Fomos vivendo. Vivemos uma vida finita ate ao MOMENTO de encontrar o caminho.

ANDEI. Andei por caminhos novos e desconhecidos, onde pessoas passaram e não ficaram. Eram estradas vazias de tudo. Tu passaste e não me viste. Não me viste e seguiste em frente. Esperei, esperei, esperei. ESPEREI por algo que poderia vir a ser meu. Mas esse meu nunca mais o era meu. Esperei.

ANDASTE. Andaste por caminhos onde pessoas pararam, estiveram, ficaram, andaram e partiram. Eram caminhos cheios de chegadas e partidas. Um cais de uma estação de comboios cheio de chegadas e partidas. O teu mundo era uma estação citadina onde pessoas chegavam e partiam e o meu era uma estação cheia de solidão numa qualquer aldeia perdida no teu mundo. Fomos andando e parando, passamos e não nos vimos.

Eu passei e não te vi. Não vi o teu rosto. Não vi o teu sorriso. Não senti o teu toque. Não saboreei o teu sabor. Não te vi e segui em frente. Esperei, esperei, esperei. ESPEREI por algo que podia vir a ser meu. E tu esperaste, esperaste, esperaste. ESPERASTE por algo que podia vir a ser teu. Mas esse teu teimou em chegar tarde. Paraste e esperaste. Esperaste por conhecer um rosto. Conhecer um sorriso. Conhecer um toque. Conhecer um sabor. Conhecer alguém que ainda não conhecias e que te queria no seu caminho. E então paramos e esperamos.

Paramos e esperamos. Fomos vivendo, vivendo caminhos finitos que nunca mais chegavam ao fim. Caminhamos num tempo infinito onde o mundo era feito por desencontros. E os desencontros eram os caminhos que tínhamos que percorrer, ate nos encontramos.

Então paramos, esperamos e olhamos. Olhaste e viste-me. Olhei e vi-te. Reconheceste o meu rosto e eu reconheci o teu rosto. PARAMOS. ESPERAMOS. Paramos, esperamos e vimos o luar. Um luar que trouxe o tão desejado encontro de caminhos. E depois vimos o dia nascer. Amanheceu num dia só para nos, que foi nosso, só nosso. Para nós a vida aconteceu. E aquele dia passou a ser o dia do feliz cruzamento dos nossos caminhos onde o sol iluminou duas vidas. Duas vidas que se cruzaram e passaram a ser uma, um caminho, um único cais de uma estação de comboios.

Conheces-me e eu conheci-te. Conheci o teu rosto, o teu sorriso, o teu toque, o teu sabor. Conheces o meu rosto, o meu sorriso, o meu toque e o meu sabor. Mostraste-me quem és e deixaste-me mostrar quem sou. Deixaste-me entra na tua vida e fazer o caminho contigo. Agora percorremos o caminho juntos, um caminho infinito onde o comboio da felicidade nos faz ser os únicos a ver o amanhecer e o luar juntos.

E então vivemos.

Andei, andei, andei. Parei e quando olhei para trás não te vi. PAREI. Sozinha por caminhos vazios de sonhos, PAREI. Parei e esperei. Esperei que passasses por mim. Tu passaste e não me visses. Então PARASTE. Paraste e esperaste e voltaste a andar. Andaste por caminhos que não eram para sempre. Então paraste e quando olhaste para trás não me viste e eu não conheci o teu rosto. PARAMOS. Paramos e esperamos.

Parei. Andei e voltei a parar. PAREI. Olhei em frente para tentar encontrar o caminho ate ti mas não encontrei. Então segui em frente, caminhei, andei, corri, vivi. Vivi sempre na esperança do momento em que os nossos mundos se iam cruzar. E esse momento nunca mais chegava. Não era tempo. Então esperei. ESPEREI por ti mas quando passaste por mim não te vi e tu não me viste. Então paraste. Andaste e paraste. PARASTE. Olhaste para tentar ver, tentar encontrar o caminho ate mim mas não encontraste. Seguiste em frente, caminhaste, andaste, viveste. Não era o momento de encontrares o caminho ate mim. Então ESPERASTE. Esperaste pelo momento em que me irias ver e eu te iria reconhecer. Então paramos e esperamos.

Fomos vivendo. Vivemos uma vida finita ate ao MOMENTO de encontrar o caminho.

ANDEI. Andei por caminhos novos e desconhecidos, onde pessoas passaram e não ficaram. Eram estradas vazias de tudo. Tu passaste e não me viste. Não me viste e seguiste em frente. Esperei, esperei, esperei. ESPEREI por algo que poderia vir a ser meu. Mas esse meu nunca mais o era meu. Esperei.

ANDASTE. Andaste por caminhos onde pessoas pararam, estiveram, ficaram, andaram e partiram. Eram caminhos cheios de chegadas e partidas. Um cais de uma estação de comboios cheio de chegadas e partidas. O teu mundo era uma estação citadina onde pessoas chegavam e partiam e o meu era uma estação cheia de solidão numa qualquer aldeia perdida no teu mundo. Fomos andando e parando, passamos e não nos vimos.

Eu passei e não te vi. Não vi o teu rosto. Não vi o teu sorriso. Não senti o teu toque. Não saboreei o teu sabor. Não te vi e segui em frente. Esperei, esperei, esperei. ESPEREI por algo que podia vir a ser meu. E tu esperaste, esperaste, esperaste. ESPERASTE por algo que podia vir a ser teu. Mas esse teu teimou em chegar tarde. Paraste e esperaste. Esperaste por conhecer um rosto. Conhecer um sorriso. Conhecer um toque. Conhecer um sabor. Conhecer alguém que ainda não conhecias e que te queria no seu caminho. E então paramos e esperamos.

Paramos e esperamos. Fomos vivendo, vivendo caminhos finitos que nunca mais chegavam ao fim. Caminhamos num tempo infinito onde o mundo era feito por desencontros. E os desencontros eram os caminhos que tínhamos que percorrer, ate nos encontramos.

Então paramos, esperamos e olhamos. Olhaste e viste-me. Olhei e vi-te. Reconheceste o meu rosto e eu reconheci o teu rosto. PARAMOS. ESPERAMOS. Paramos, esperamos e vimos o luar. Um luar que trouxe o tão desejado encontro de caminhos. E depois vimos o dia nascer. Amanheceu num dia só para nos, que foi nosso, só nosso. Para nós a vida aconteceu. E aquele dia passou a ser o dia do feliz cruzamento dos nossos caminhos onde o sol iluminou duas vidas. Duas vidas que se cruzaram e passaram a ser uma, um caminho, um único cais de uma estação de comboios.

Conheces-me e eu conheci-te. Conheci o teu rosto, o teu sorriso, o teu toque, o teu sabor. Conheces o meu rosto, o meu sorriso, o meu toque e o meu sabor. Mostraste-me quem és e deixaste-me mostrar quem sou. Deixaste-me entra na tua vida e fazer o caminho contigo. Agora percorremos o caminho juntos, um caminho infinito onde o comboio da felicidade nos faz ser os únicos a ver o luar e o amanhecer juntos.

E então vivemos. Andamos.


sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Continuar

Sempre pensei que o mais difícil era começar. Começar algo novo e diferente. Algo que me fizesse sentir que não estava aqui por nada, ao acaso. Agora vejo que estava enganada. O mais difícil não é começar, o mais difícil é continuar. Mas mais difícil ainda é ter imaginação, vontade e motivação suficiente para continuar com algo que não seja mais do mesmo, para que não se torne tudo monótono e parado. É preciso ter muita flexibilidade para poder responder a todas as minhas vontades, desejos e sonhos, sem me deixarmos atingir pelo que os outros acham que é melhor para mim, e para tentar responder ao que os outros querem que eu faça e seja. Mais difícil ainda é, tentar não ouvir tudo o que dizem sobre o que devo ou não devo fazer.

“Por mais adversidades e contrariedades que apareçam no caminho de alguém é preciso continuar a andar em frente e não desistir dos nossos sonhos” foi o que sempre ouvi dizer. Mas agora em que uma encruzilhada se apresenta a minha frente e com todos a dar palpites sobre o que fazer e cobrar tudo de uma só vez, preciso de me resolver.

Seja qual for essa resolução sei que tudo vai mudar. E espero que seja para melhor.

E ai vai ser um novo começo, um começo com as mesmas pessoas, com tempos diferentes e com todos os sonhos vontades e desejos por realizar.

Porque difícil é continuar a ser feliz.